
Marconi Ferreira Perillo Júnior, nascido em Goiânia, Goiás, em 7 de março de 1963, morou até a adolescência em Palmeiras de Goiás.
É filho de Marconi Ferreira Perillo e Maria Pires Perillo, neto de Asmira Pires Rodrigues e Augusto Rodrigues Filho, e bisneto de Manoel Pires de Moraes e Genoveva Martins de Souza.
É casado com Valéria Jaime Peixoto Perillo, com quem tem duas filhas, Isabella (11/11/1991) e Ana Luísa (04/03/1996).
Quando criança, a partir dos seis anos de idade, Marconi Perillo estudava e ajudava os pais, vendendo frutas e quitandas feitas pela mãe, e engraxava sapatos, na cidade de Palmeiras de Goiás. Adolescente, mudou-se para Goiânia.
ESCOLARIDADE
Fez o Ensino Fundamental na Escola Paroquial e o Primeiro Grau, no Colégio Estadual de Palmeiras de Goiás, Goiás, 1970 – 1978.
O Ensino Médio/Segundo Grau em Goiânia no Colégio Pré-Médico, Goiânia, Goiás, 1978 – 1981.
Iniciou três cursos superiores: Ciências Sociais (UFG); Engenharia Industrial Mecânica (UBC – Mogi das Cruzes/SP); e Direito (UCG).
Concluiu o Ensino Superior – Bacharel em Direito, na Faculdade Alves Faria, Goiânia, Goiás.
MANDATOS ELETIVOS
O neto de Maria Pires Perillo exerce na atualidade o quarto mandato de Governador do Estado de Goiás, reeleito para o período de 1º/01/2015 a 31/12/2018, em sequência ao mandato de Governador do Estado de Goiás exercido no período de 1°/01/2011 a 31/12/2014.
Foi eleito Senador da República Federativa do Brasil para o mandato que exerceu no período de 1º/02/2007 a 16/12/2010.
Foi reeleito Governador do Estado de Goiás para o mandato de 1º/01/2003 a 31/03/2006, em sequência ao de Governador do Estado de Goiás exercido no período de 1º/01/1999 a 1º/01/2003.
Foi eleito Deputado Federal do Estado de Goiás de 1º/02/1995 a 31/12/1998; e Deputado Estadual de Goiás, de 1º/02/1991 a 1º/02/1995.
ATIVIDADES LEGISLATIVAS – SENADO FEDERAL
- PrimeiroVice-Presidente do Senado, 2009 – 2010;
- Presidente do Conselho de Supervisão do Sistema Integrado de Saúde (SIS), 2009 – 2010;
- Vice-Presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional (CMO), de 9.7.2008 a 23.3.2009;
- Presidente da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), 2007 – 2009.
TÍTULOS, CONDECORAÇÕES E PRÊMIOS
- Troféu Jaburu, pelo Conselho Estadual de Cultura de Goiás, 2006;
- Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual de Goiás, 2006;
- Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Goiás, 2005;
- Ordem de Rio Branco, Grau de “Grã Cruz”, Ministério das Relações Exteriores, Brasília, DF, 2004;
- Medalhão Comemorativo ao Bicentenário de Nascimento do Duque de Caxias, Ministério da Defesa- Exército Brasileiro, Comando Militar do Planalto, Brasília, DF, 2003;
- Ordem do Mérito Industrial, concedida pela Confederação Nacional da Indústria, 2001;
- Ordem do Mérito Aeronáutico, Grau de Grã Cruz, 2000.
O PERFIL POLÍTICO DE UM GESTOR PÚBLICO
No início da década de 80, Marconi Perillo começou a militância política ao lado do então senador goiano Henrique Santillo. Foi presidente do PMDB Jovem de Goiás, presidente Nacional da Juventude do PMDB e trabalhou como assessor especial do governador Henrique Santillo (1987/1991).
Em 1990, foi eleito deputado estadual, tendo sido coordenador da Frente Parlamentarista Ulysses Guimarães, em Goiás.
Em 1994, foi eleito deputado federal pelo Partido Progressista (PP), partido do qual chegou a ser presidente do Diretório Regional. No ano seguinte, com o fim do PP, filiou-se ao PSDB, chegando a vice-líder.
A vida parlamentar de Marconi Perillo foi marcada por intensa participação nos trabalhos legislativos, integrando várias comissões, dentre elas a de Constituição e Justiça, e relatando, dentre outros, o projeto sobre a profissão de Empregada Doméstica, o processo que resultou na cassação do mandato do ex-deputado Sérgio Naya e o que transformou em crime hediondo os delitos de falsificação de medicamentos e alimentos.
Além disso, foi vice-presidente da Comissão Regulamentadora do Sistema Financeiro Nacional e membro das Comissões de Constituição e Justiça, de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.
Em 1998, Marconi Perillo foi eleito governador de Goiás e empossado em 1º de janeiro de 1999, marcando sua gestão pela implementação de importantes programas sociais e programas de incentivo ao desenvolvimento do Estado. Em 2002, foi reeleito, tomando posse em 1º de janeiro de 2003.
Dentre os programas sociais que são destaques em suas duas primeiras administrações: o Renda Cidadã (beneficiando com ajuda de custo a 65 mil famílias carentes), o Cheque Moradia (que ajuda a população pobre a construir e reformar casas), o Salário Escola, a Bolsa Universitária (153 mil universitários beneficiados), tarifas sociais de energia e água, apoio a creches, entidades e hospitais filantrópicos, o Banco do Povo (que financia pequenos empreendedores), o Lavoura Comunitária, e o Tempo de Sanear – de kits sanitários para famílias carentes.
O bisneto de Manoel Pires de Moraes implantou importantes políticas públicas na área do saneamento ambiental: é responsável pela construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Goiânia e de outras 70 ETEs em cidades goianas, pela criação do Governo Itinerante, que leva benefícios e serviços do estado ao interior; pela criação da Universidade Estadual de Goiás, hoje com 30 unidades e 21 polos; construção da Barragem do Ribeirão João Leite, que garantirá abastecimento à grande Goiânia até 2045.
A política de saneamento ambiental desenvolvida em Goiás despertou atenção dos setores especializados, tal como o Portal Saneamento Básico – nascido dentro da Universidade de São Paulo – USP.
O Portal Saneamento Básico publicou, em 26 de maio de 2003:
[…] As maiores cidades de Goiás estão alcançando um privilégio no atendimento de suas necessidades de saneamento básico, pois se juntam, neste campo do bem-estar, aos municípios brasileiros com melhor qualidade de vida. O sistema de água tratada e de tratamento de esgoto de cidades como Anápolis, Catalão, Itumbiara, Rio Verde, Santa Helena, Quirinópolis, Goiatuba, Goianésia, Jataí, Inhumas, dentre outras, além da própria Capital, Goiânia, já não deixa nada a dever às principais cidades brasileiras, quanto aos porcentuais da população atendidos com serviços de saneamento básico. […] [1]
A criação e implantação do Serviço Integrado de Atendimento ao Cidadão, denominado Vapt Vupt:
[…] é referência no País e copiado por outros Estados como símbolo de eficiência, transparência e qualidade nos serviços prestados à população, que podemos considerar como a marca principal do governo Marconi, aquela que reflete a modernização e inovação na máquina administrativa. […] (SILVA, 2015)[2]
Na área cultural, Marconi é responsável pela criação das mais expressivas iniciativas da história do estado de Goiás: do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), na cidade de Goiás, que se constitui hoje no mais importante da América Latina e dos sete maiores do mundo em seu gênero; do Festival Canto da Primavera, em Pirenópolis; do Festival de Teatro, em Porangatu. Tais iniciativas resgataram a tradição cultural goiana (CURADO, 2010) [3].
Na área econômica e social, destaca-se o Programa Produzir, que incentiva a atração de novas indústrias para Goiás e põe o Estado entre os maiores geradores de emprego do país; de uma política fiscal eficiente; do pagamento dos salários do funcionalismo no mês trabalhado e do 13º salário no mês do aniversário; da criação do Seguro de Vida para o funcionalismo público; de importantes programas de asfaltamento de vias urbanas, beneficiando todos os 246 município goianos; e do Rodovida, que recupera, reconstrói e refaz mais de 5 mil quilômetros de rodovias estaduais goianas, dentre outros.
Em 2006, Marconi foi eleito senador da República por Goiás com mais de 2 milhões de votos, a maior votação proporcional para o Senado no País.
Em agosto de 2010, graduou-se em Direito, pela Faculdade Alfa, de Goiânia.
Em 2010, foi eleito pela terceira vez governador de Goiás, mandato que cumpriu até 31 de dezembro de 2014.
Em 2014, Marconi foi reeleito governador de Goiás para o período de 1º de janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2018.
O ATUAL GOVERNO DE MARCONI
Goiás se transformou em um Estado de grandes realizações e avanços. Isso ocorreu porque esteve ancorado em princípios, desenvolveu estratégia bem definida com objetivos claros, focou em resultados, priorizou planejamento estratégico, garantiu direitos e optou pelo crescimento sustentável.
O Estado hoje é dotado dos meios necessários a que o desenvolvimento econômico e social seja alcançado sem sobressaltos e de forma que abranja a melhoria da qualidade de vida da nossa população.
Goiás tem uma área total de 340.086 km², 246 municípios e uma população estimada em torno de 6 milhões e 500 mil habitantes.
Em 1998, quando foi eleito governador pela primeira vez, Goiás era um Estado ainda quase que exclusivamente dedicado à produção primária e tinha um PIB, um conjunto de riquezas geradas, calculado em R$ 17,4 bilhões. Ultrapassou essa fase, chegando a dividir com ela a característica de um Estado industrializado, com um ousado trabalho de atração de investimentos privados, apoiado numa adequada política de incentivos fiscais, desoneração, infraestrutura e logística.
Em 2013, o PIB presumido, segundo levantamento do Instituto Mauro Borges, da nossa Secretaria de Gestão e Planejamento, gira em torno de R$ 133 bilhões, o que dá um crescimento considerável em nossa economia. Neste ano, Goiás teve um crescimento do PIB de 3,1%, enquanto que o do país cresceu 2,3%.
O fluxo de produção gerado pela indústria, agropecuária e serviços, adicionado aos impostos, elevou Goiás no ranking do PIB brasileiro. Subiu de 10º para o 9º lugar, com grande perspectiva de maior avanço.
A produção de grãos gira na casa de 19 milhões de toneladas, o que dá 11% da produção nacional. É hoje o segundo maior produtor brasileiro de cana-de-açúcar, com 53 milhões de toneladas, e tem em funcionamento quase 37 usinas de produção de açúcar e etanol, enquanto que em 1998 esse número não chegava a uma dezena de usinas.
No cenário nacional, Goiás tem se destacado e procurado expandir suas relações com outros países. Tinha uma tímida posição exportadora em 1998, com 381,6 milhões de dólares em produtos goianos. Hoje, a Balança Comercial está na casa de 7,5 bilhões de dólares, o que dá um crescimento de quase 2.000% nesse período. Além disso, alargou nosso mercado que antes era composto por 70 países, para mais de 150 países, atualmente.
Abriga em seu território, hoje, três grandes indústrias automobilísticas consolidadas, o que deve fazer crescer a rede de pequenas, médias e grandes empresas que se estabelecem para suprir o que já se tornou um polo automotivo.
Da mesma forma, não se pensava em Goiás como sede de uma grande indústria farmacêutica sequer, o que acabou acontecendo em Anápolis. Goiás já é o segundo em produção de medicamentos genéricos entre todas as unidades federativas. E o polo farmoquímico, além de consolidado, já se encaminha para o ramo altamente complexo e lucrativo da chamada química fina.
Começou este ano um trabalho firme para a criação de um polo tecnológico em Goiás, no eixo Goiânia e Anápolis.
Na área fiscal, conseguiu avanços positivos, equilibrando contas, diminuindo o comprometimento da receita com o pagamento de dívidas e recebendo por isso elogios da área federal.
Esse equilíbrio e a eficaz adimplência com os compromissos financeiros assumidos desde a década de 1970 fizeram com que o Governo de Goiás aumentasse sua capacidade de endividamento. Isso abriu portas a novos empréstimos e com parte deles o Governo está trocando dívidas antigas com juros mais altos e comprometedores.
Esse trabalho só é possível porque vem acompanhado de um grande esforço pela responsabilidade fiscal, equilibrando as contas e cumprindo as metas fiscais estabelecidas pela Secretaria do Tesouro Nacional.
Em 2011, 2012 e 2013, conseguiu cumprir a contento essas metas, adequando a administração ao que preceitua a Lei de Responsabilidade Fiscal, de maio de 2000. Em 2013, Goiás foi considerado pela Secretaria do Tesouro Nacional o Estado que mais reduziu seu endividamento.
Há uma forte tendência de firmar posições no desenvolvimento econômico a partir de investimentos privados. Fez previsão, considerada excessivamente otimista por muitos, de que alcançaria em 2011 a marca de R$ 10 bilhões efetivamente aplicados em investimentos nas várias áreas do setor produtivo em Goiás. Conseguiu esse feito também em 2012 e em 2013.
Este número foi alcançado, assim como nos anos seguintes, totalizando R$ 30 bilhões de investimentos privados em três anos. É importante dizer também que Goiás tem frequentado constantemente os primeiros lugares nacionais na geração de emprego.
O Poder Público, na Gestão Marconi, procura dotar o Estado de Goiás da melhor infraestrutura para abrigar novos investimentos, priorizando melhorias da nossa infraestrutura rodoviária, aeroviária, elétrica e de saneamento.
Goiás tem hoje aproximadamente 11 mil quilômetros de rodovias estaduais pavimentadas. No mandato anterior, o Governo, através da AGETOP, recuperou a metade dessa extensão, que estava deteriorada, e construiu quase 3 mil novos quilômetros. Isso representa o maior programa de pavimentação em desenvolvimento no Brasil. Para isso, conseguiu recursos junto ao BNDES e ao Banco do Brasil e criou o Fundo Estadual de Transportes. As rodovias estão passando da fase crítica para a elogiosa.
Está desenvolvendo também um importante programa aeroportuário em Goiás, dotando todas as principais regiões de aeroportos com condições de receber voos de aeronaves médias, inclusive com balizamento noturno.
Goiás abriga a Base Aérea de Anápolis, importante centro de referência da nossa Aeronáutica. Ampliou o aeroporto civil de Anápolis, construindo lá um grande aeroporto de cargas, com uma pista de 3.300 metros, investindo nesse projeto cerca de R$ 200 milhões.
Em 1999, Goiás tinha 12 Estações de Tratamento de Esgoto. Hoje, o Estado é o mais avançado em coleta e tratamento de esgoto de toda a Região Centro-Oeste, totalizando 82 estações em funcionamento e atendendo a 45,1% da população, índice bem superior aos registrados no Centro-Oeste e nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.
Além disso, é contínuo o trabalho para melhorar e qualificar os sistemas de abastecimento de água das cidades goianas. Goiás está à frente dos estados do Centro-Oeste e das regiões Norte e Nordeste também no tratamento e distribuição de água. Em dados de junho passado, são 182 Estações de Tratamento de Água – ETAs – em funcionamento – que abastecem a 94,33% da população do Estado.
A obra mais importante nessa área é a Barragem do João Leite, que garantirá o abastecimento de água tratada para Goiânia e região metropolitana até 2045, em parceria com o Governo Federal.
O Estado tem instalados hoje 23 mil metros de redes de abastecimento de água e 9 mil e 227 metros de redes de coleta de esgoto.
Goiás atualmente é um grande produtor de energia hidrelétrica. A maior empresa de distribuição e gerenciamento é a Celg, que foi recuperada, no início do mandato anterior, e neste mandato foi federalizada, repassando 51% das ações para a Eletrobrás, o que proporcionou o desentrave para novos investimentos e que começam a ser feitos, para adequar o fornecimento de energia elétrica às necessidades das empresas que para Goiás se deslocam.
É grande também a preocupação com a formação de mão de obra qualificada para abastecer o mercado.
No mandato anterior, o Governo desenvolveu um importante programa nesse sentido, o Bolsa Futuro, que formou e qualificou a mão de obra de 500 mil jovens no Estado. Foram ofertados 10 cursos de capacitação profissional voltados para as áreas de Comércio, Agronegócios, Funções de Apoio, e Indústria e Infraestrutura. Contou ainda com cursos profissionalizantes do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Além disso, há continuamente a disponibilização dos cursos de formação profissional dos organismos do Sistema “S”, Sesi, Senai, Senac e Senar, que também são parceiros.
Além disso, investe muito na capacitação dos servidores estaduais. Essa capacitação é constante e para tal criou a Escola de Governo Dr. Henrique Santillo, que tem se esmerado em aprimorar os serviços públicos.
Azeitou a máquina do Governo para promover cidadania, com ações voltadas para dar dignidade ao cidadão goiano e facilitar a sua vida. Ao mesmo tempo, busca o aprimoramento administrativo investindo na eficiência, com programas como a meritocracia e o Vapt Vupt, este que tem aprovação de 98% da população atendida.
Buscou, também, a integração com os programas sociais do Governo Federal. Criou, em 1999, o programa Renda Cidadã, de renda mínima, que hoje ampara 65 mil famílias carentes em todo o Estado.
Hoje, 290 entidades são isentas de conta de energia, 253 de conta de água/esgoto e 416 recebem o benefício Renda Cidadã – Pão e Leite.
No período de 1999 para cá, as administrações de Marconi desenvolveram inúmeros e bons programas habitacionais, dentre eles o Morada Nova, o Cheque Moradia, o Ordem da Casa e o Habitar Legal. Nesse período, atenderam com habitação e melhorias de casas mais de 140 mil famílias.
Outro programa como muito importante é o Bolsa Universitária. Com ele, o Governo de Goiás possibilitou que mais de 153 mil estudantes universitários concluíssem seus cursos.
Importante também, no aspecto social, é o Banco do Povo, responsável por realizar pequenos empréstimos a empreendedores individuais tocarem o seu próprio negócio. Essa modalidade social de crédito já beneficiou mais de 70 mil micro e pequenos empresários no Estado.
Goiânia, em 27 de setembro de 2016.
(Texto de Sérgio Antonio Cardoso Queiroz – cunhado; com a participação de Osmar Pires Martins Júnior – primo)
[1]PORTAL SANEAMENTO BÁSICO. Saneamento em Goiás. São Paulo, 26 maio 2003. Disponível em: <http://www.saneamentobasico.com.br/portal/index.php/arquivo/saneamento-em-goias/>. Acesso em: 8 nov. 2016. [2]SILVA, Eduardo. Vapt Vupt comemora 16 anos de funcionamento. Portal Opinião Goiás: 5 nov. 2015. Disponível em: <http://opiniaogoias.com.br/2015/11/05/portal-opiniao-goias-vapt-vupt-comemora-16-anos-de-funcionamento.html>. Acesso em: 8 nov. 2016. [3] CURADO, Bento A. A. Jayme Fleury. Marconi Perillo e a tradição goiana. Jornal O Comunitário Regional, Palmeiras de Goiás, pp. 6 - 7, 12 ago. 2010.
